A montanha mágica
Faço analogia ao livro de Thomas Mann e não ao animalzinho roedor. Apesar de o roedor ter mais a cara do ministro do STF Edson Fachin, não acham?
A montanha pariu mais um rato. Faço analogia ao livro de Thomas Mann e não ao animalzinho roedor. Apesar de o roedor ter mais a cara do ministro do STF Edson Fachin, não acham?
O homem que assumiu a presidência do STF com a proposta de instituir o código de conduta na casa, para tentar contornar os excessos dos ministros Gilmar Mendes, Alexandre de Moraes e Dias Tóffoli, amarelou ou foi abduzido. Ou ainda, captou a mensagem dos mestres.
Pelo contrário do que parecia estar fazendo, agora age para proteger os homens da capa preta das afrontas da sociedade, mais especificamente, da imprensa, esta que nunca acerta no que faz. Sempre assim. O ministro rateou, rateou, rateou, que virou mais um rato naquela montanha de personagens ilustres e vitalícios.
Fachin precisava de mais dois votos dos 11 integrantes da corte para aprovar a normativa (código de conduta). E conversava com Cristiano Zanin e Flávio Dino para obtê-los. Com a aprovação do código de ética, as falcatruas na casa teriam que, no mínimo, ficar mais discretas. Mas alguma coisa estranha rolou no quartinho escuro entre os três que o homem saiu de lá convencido de que os culpados por tanta azaração ao supremo é mesmo o povo brasileiro, que não entende a grandeza do trio de mandantes da máfia, quero dizer, da corte: Gilmar Mendes, Alexandre de Moraes e Dias Toffoli.
Como bem lembrou Ricardo Kertzman, colunista do site o antagonista, em um artigo muito bom (leia aqui), Fachin comprovou o brilhantismo do Barão de Itararé: “De onde menos se espera, daí é que não sai nada”. Aquela carinha de camundongo, acha que seria capaz de dobrar os ministros de confiança de Lula?
A análise é minha. A frase de efeito, do Barão. Faço parte da turma que tem culpa por tudo o que acontece de ruim na suprema corte brasileira. Para ser sincero, vou falar a verdade: Toffoli não tem resort. Aquele paraíso é meu. A esposa de Alexandre de Moraes não fez um contrato milionário com o Banco Master para assessorar Vorcaro em suas falcatruas. Aquele banco é meu e Vorcaro é meu laranja.
Por fim, a ideia do Gilmarpalooza em Portugal é minha também. Mas não contem nada disso aos ministros, senão eles correm aqui em casa para aprender como se ganha dinheiro fácil nesse Brasil. Afinal de contas, eu sou o Dom Raton.
Será que o ChatGPT errou esta imagem? O que o Lula está fazendo neste artigo? Desculpa aí!








Imagina como está a bússola moral daqueles que acreditam que tudo é permitido para os Homens de Toga, por terem supostamente contido o fascismo do Bolsomito e seus capangas. Mas somente a gente, que é dono do Banco Master e do Tayayá Aqua Resort (eu também sou, a gente é sócio!!!!) , que acha que essa turma está desorientada. Na verdade, eles sabem muito bem o que pensar, e como agir, a cartilha ideológica é atualizada todos os dias e eles estão bem sintonizados com elas.