Cesta básica subiu 0,82% de junho para julho deste ano
Levantamento foi elaborado pela Esalq
O valor da cesta básica subiu em Piracicaba 0,82% em julho comparado ao mês anterior. Alcançou o valor de R$ 1.417,31, de acordo com o Índice da Cesta Básica de Piracicaba (ICB-Esalq).
O setor de alimentação subiu no período 0,98% e alcançou $ 1.188,58, equivalente a 83,83% do total gasto pelos consumidores com a cesta básica. A maior queda se deu no setor de higiene pessoal (-1,45%), que consumiu R$ 130,33 do total.
A cesta mais cara no varejo custou R$ 1.554,09 e a mais barata, R$ 1.334,86, uma variação de 16,42%. No atacarejo, a diferença foi bem parecida (15,75%), sendo R$ 1.509,42 a mais cara e R$ 1.304,09 a mais barata, com valor um pouco abaixo em relação ao varejo. Na média geral, a oscilação de preços foi de 19,17% entre a mais cara e a mais barata.
A cesta de alimentos foi puxada pela cebola, com aumento de 25,23% de um mês para o outro; frango (14,32%); salsicha (11,52%); alho (11,50%) e farinha de mandioca (5,61%). A batata, por sua vez, caiu 12,42%. O feijão carioquinha, apesar de ter caído 5,85% em relação ao mês passado, está 18,13% mais caro que o mesmo período de 2025. Fechou em julho deste ano em R$ 8,99.
O frango resfriado tem subido desde maio deste ano, alcançando o maior preço em um ano, com aumento de 20,47% em relação a julho de 2025. Seu valor final nesta cesta foi de R$ 12,77 o quilo.
O café, sim, despencou de um ano para o outro, ficando 23,31% mais baixo que a cotação de julho de 2025 (R$ 26,39). Em julho do ano passado bateu em R$ 34,41. A carne de primeira se mantém em alta e, em comparação com o ano anterior, está 12,61% mais cara, no valor de R$ 52,76/kg.
O levantamento foi elaborado pelo Grupo de Extensão em Economia e Gestão e Desenvolvimento Sustentável (Geedes) e Grupo de Extensão e Pesquisa em História e Evolução da Agricultura e dos Complexos Agroindustriais (Gephac), ambos da Esalq.




