Após análise técnica da Secretaria Municipal de Obras, foi definido hoje (8) que as piscinas do Complexo Aquático Dr. Samuel de Castro Neves devem ser interditadas. O local, que passou por reformas em administrações anteriores e foi reaberto em 2022, continua apresentando problemas graves de estrutura, o que coloca em risco a segurança dos seus usuários.
Ontem (7), a Prefeitura notificou e multou a empresa que realizou a reforma. Ela recebeu R$ 1,73 milhão do município por este contrato. Agora, a empresa deve fazer a recuperação da estrutura do complexo em caráter de urgência.
“Esse é mais um dos problemas graves encontrados pela atual gestão e que foi deixado pela gestão anterior, que além de risco à segurança, tem gerado prejuízos à população. Com a conta de água, o gasto mensal do espaço tem sido em média de R$ 100 mil”, afirma release da prefeitura à imprensa.
Ainda segundo a Secretaria de Obras, os problemas na estrutura do complexo incluem ruptura nas bordas das piscinas, afundamento do piso, dilatação estrutural e desprendimento do revestimento, além de vazamento, entre outros problemas. No português do cidadão comum, o serviço foi vergonhoso e humilhante para as gestões anteriores — Barjas Negri (PSDB) e Luciano Almeida (PP) —, que deixaram um absurdo desse passar incólume.
“Não gostaríamos de interditar esse espaço, que é tão importante para os munícipes, tanto para a saúde quanto para o lazer. Mas foi necessário para garantir a segurança, o que vem em primeiro lugar”, lamentou o secretário de Esportes, Lazer e Atividades Motoras, Roger Carneiro.
O secretário de Obras, Luciano Celêncio, informou que cabe à empresa restabelecer a normalidade para o uso do equipamento público o mais rápido possível. “Entendemos a importância desse espaço e por isso vamos pedir que as obras comecem quanto antes. Essa cobrança também mostra que estamos preocupados com o respeito e o bom uso dos recursos públicos, traduzidos em obras de qualidade”, concluiu.





