De olho em 2030
Observar apenas 2026 é morrer de tédio
Fake
Michelle Bolsonaro não saiu da política, como alguns veículos de comunicação estavam noticiando. Ela será candidata ao Senado pelo Distrito Federal. A informação está no oantagonista.
Garoto-propaganda
Flávio Bolsonaro é o melhor garoto-propaganda de Lula. Sempre que ele abre a boca, Lula sobe nas pesquisas. Pelo menos essa é a análise do Estadão sobre a campanha eleitoral.
2030
O horizonte eleitoral é um tédio se o limite for 2026. Os analistas enxergam 2030, com Tarcísio de Freitas no comando, se confirmada sua vitória em São Paulo no primeiro turno.
Ruim de voto
Fernando Haddad, mais uma vez, patina. É ruim de voto e jamais será um sucessor de Lula, pelo que apontam as pesquisas eleitorais. Quem vai comandar o PT sem Lula?
Sem Lula
Se o plano do PT der certo e Lula ficar mais quatro anos no governo, ele será o responsável por pensar uma transição para o partido após o final do seu mandato.
Não existe
Para isso, Lula deve estar lúcido e forte, pois terá que projetar um sucessor à altura. Até onde se vê, esse sucessor não existe. Vai ter que criá-lo do zero.
Velharia
Haddad, Gleisi Hoffmann, Lindbergh Farias, Jaques Wagner, Rui Costa, José Dirceu... Há um plantel de nomes incapazes de agregar algum valor ao partido.
Micro poderes
Por isso, há a grande possibilidade de uma pulverização sísmica na estrutura da legenda, compondo um emaranhado de micropoderes.
Fisiologismo puro
Por outro lado, no campo bolsonarista, o eventual insucesso de Flávio Bolsonaro e o isolamento de Jair da política farão do PL o velho e bom partido fisiológico, que visa apenas o poder, independente de quem o lidere.
Mesmo coelho
Resta ao PSD fazer algo. Mas as mágicas de Kassab também seguem o script de sempre, com a mesma cartola e o mesmo coelho. De onde não se espera nada, dificilmente sai alguma coisa.
Cálculo político
Resta, portanto, Tarcísio de Freitas. Um bom governo em São Paulo e ele se projetará para ser o melhor nome na eleição presidencial de 2030. Este foi seu cálculo político, pelo que se percebe.




