Experiência, poder e longevidade
Foi provado pela ciência (ou pela IA?) que Flávio Dino, Desosauros supremus (à direita), é o sucessor natural do Dasosaurus tocantinensis (último à esquerda), descoberto recentemente por pesquisadores
Foi provado pela ciência (ou pela IA?) que Flávio Dino, Desosauros supremus (à direita), é o sucessor natural do Dasosaurus tocantinensis (último à esquerda), descoberto recentemente por pesquisadores (leia aqui).
Dino, por sua vez, foi apoiado por José Sarney (de uma família de dinossauros do mesmo estado, o Maranhão), a partir de 2020, e de lá para cá tem aprimorado muito suas características, de dinossauros maranhenses.
Pelo porte e natureza desajeitada, consegue fazer o que seu antecessor remoto era capaz: dar rabadas nos inimigos e roubar frutas de árvores gigantes com a maior destreza (entenda como quiser).
Hábil, Dino foi capaz também de se aliar a Sarney para dar um passo decisivo em sua carreira e chegar ao STF. Vale lembrar que Sarney era seu velho rival dos tempos de governanças estaduais. Um autêntico Desosauros supremus.
Só para citar algo da fonte científica: “Nomeado Dasosaurus tocantinensis, o animal [primitivo] tinha aproximadamente 20 metros e viveu há cerca de 120 milhões de anos”. Agora podemos dizer que um ciclo de 120 milhões de anos se fecha, sem que nenhum dinossauro seja vítima da Polícia Federal. Experiência, poder e longevidade.



