Ele não
O que mais deve doer ao Lule é seu fracasso em tornar-se o ditador bolivariano do Brasil
*por Renato Ferrante
Com 81,7 milhões de brasileiros inadimplentes (dados do Serasa/Fev), outros 94 milhões (44% da população), vivendo do Bolsa Família e outras formas de auxilio social, e o anúncio de mais um rombo monumental nas empresa estatais em jan/fev - 4,16 bilhões, aumento de 320% em relação ao mesmo período do ano passado e próximo do déficit total de 5,1 bilhões de 2025 (dados BC), Lula e o PT chegam às eleições presidenciais de outubro com o discurso de que precisam de mais 4 anos no poder para... “reconstruir o Brasil e acabar com a fome” (falas de Lula na Bahia em 7 de abril e recorrente em outros eventos).
A cara-de-pau e a sem-vergonhice do babalorixá de Banânia e seus apoiadores não têm limites, mas, após 16 anos e três meses de governo, tempo em que o PT manteve o Brasil estacionado no tempo e nos mesmos problemas, os brasileiros estão fartos de Lula e suas mentiras deslavadas. Se houve algum progresso nas últimas décadas, “não foi graças à Lula e ao PT, mas apesar do fardo que seus governos perdulários, incompetentes, eleitoreiros e corruptos impuseram ao país” (o sábio Mário Sabino, em sua coluna no portal Metropole). Não se trata, porém, apenas disso. A guerra que Lula iniciou no primeiro dia de seu mandato, em aliança com o STF e a mídia acadelada, para colocar Bolsonaro na cadeia e eliminar a direita como força política de oposição, foi perdida. Bolsonaro está preso, mas... como manchetou o insuspeito jornal inglês Financial Times, em matéria de 7 de abril: “Dados como politicamente mortos, Bolsonaros voltam fortes com Flávio”. A narrativa do golpe virou vinagre e o “rei está nu”, como percebeu José Dirceu.
Não foi pela sacrossanta democracia que o combo Lula/STF/Mídia se empenhou. Foi para calar opositores políticos, impedir uma alternância de poder e assegurar a hegemonia política necessária para não largar o osso e desfrutar dos benefícios e os prazeres que só o poder inconteste pode proporcionar. As festas e orgias de sexo em Trancoso e Brasília. Os 23,1 milhões em imóveis adquiridos pelo funcionário público Alexandre Moraes com ganhos de 46 mil mensais. O contrato com o Banco Master de 129,6 milhões (80.223,654,94 já pagos), de sua esposa Viviane Barci, uma advogada com formação medíocre, que dirigia um modesto escritório de advocacia. Os R$ 1.0000.0000,00 mensais pagos pelo Master para Guido Mantega, o Exterminador do Futuro dos brasileiros, ex-ministro da Economia da bisonha Dilma Roussef, autor da “Nova Matriz Econômica”, experimento econômico responsável pelo maior ciclo recessivo da história do Brasil, que exterminou milhares de empresas e jogou milhões de pessoas no desemprego. Os R$ 250.000 reais para Lewandovski e o escritório de seu filho. A mesada de R$ 300.000 do Lulinha. As negociatas de Toffoli com Vorcaro e o resort Tayayá. Os R$ 11.000.000 pagos pelo Banco Master à JK Financeira, de Bonnie de Bonilha (que belo nome! Lembra Bonnye and Clyde), nora de Jacques Wagner e esposa do secretário do Meio Ambiente do governo petista da Bahia. A lista é longa e, como se sabe, não existe petista grátis.
O presidente ex-presidiário, descondenado dos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro, não fracassou apenas como líder governante do Brasil. O que mais deve doer ao Lule é seu fracasso em tornar-se o ditador bolivariano do Brasil, um caudilho bananeiro que pudesse reinar com sua quadrilha de aloprados até os 120 anos de idade e pelos séculos dos séculos, amém. No way, Jose, como diria a personagem da série Down to Fuck, Saint Louis. Traduzindo: Nem a pau, Juvenal.
“Qualquer candidato é melhor que o Lula. Não sou entusiasta de nenhuma candidatura da oposição, mas qualquer um que for eleito no lugar do chefão petista será menos danoso para o Brasil”, comentou em sua coluna no portal Metropoles o jornalista Mário Sabino, alguém longe de ser chamado de bolsonarista. Mesmo jornaleiros militantes de esquerda, como Leonardo Sakamoto, o comentarista “Sakamuito” da Folha de SP, sempre de joelhos diante do painho, já admitiu mesmo a possibilidade de uma derrota do PT no primeiro turno das eleições.
#EleNão, digo eu. Até uma paca na presidência da República será melhor para o Brasil do que Lula.
O fim do petismo, o movimento político mais retrógrado, reacionário, corrupto e antidemocrático da história do Brasil está próximo, para alegria dos brasileiros. Seja em outubro, seja em novembro, quando chegar a hora, e Lula - o oligarca, o candidato das elites financeiras, dos ricos e bilionários, como os irmãos Batista; do Judiciário e do funcionalismo dos supersalários, do lumpesinato e dos ignorantes (que Deus faça justiça aos pobres de renda e de espírito enganados pelas promessas do painho); dos deficientes cognitivos de terno e gravata, mestrado e pós-doc, que abundam nas universidades, dos integrantes do grupo “Judeus Pela Democracia”, que nas eleições de 2022 lançaram o bordão “Judeu não vota em fascista”, e receberam a gratidão do chefão petista na forma de apoio aos terroristas do Hamas e a disseminação por seus aloprados nas redes sociais da maior campanha antissemita e de propagação de ódio aos judeus no Brasil desde a 2ª Guerra Mundial, quando governava Getúlio Vargas, o ditador admirador de Hitler –, pois bem, quando Lula finalmente for derrotado, haverá festa e alegria nas ruas do Brasil. E que fique bem claro: não será o bolsonarismo que vencerá, mas a maior força política do século 21 no Brasil – o antipetismo.
Como legado de sua obra e epitáfio de seu funeral político, o Guia Genial dos Povos de Garanhuns poderá dizer, tal como Napoleon, o chefe stalinista da fazenda de “A Revolução dos Bichos”, de George Orwell:
– Fizemos grande progresso, no campo do atraso.
Boas novas anuncio, por fim: livre das amarras retrógradas da esquerda e do Estado totalitário petista, em pouco mais de dez anos o Brasil será uma potência mundial maior que a China, inclusive no campo militar. Voltem daqui a 12 anos e me cobrem.
*Renato Ferrante, Libertário e antipetista. Formado em Ciências Sociais e Políticas no campus de concentração da USP. Editor em @tresgatoseditora



