Emendas, para que preciso
É a eleição com mais nomes de candidatos para diversos níveis de representação
Começa a campanha eleitoral. Só há santos e iluminados na praça. O Brasil será outro a partir de outubro. É o que prometem. Até parlamentares vendem plataformas absurdas.
Simplificando, todos os candidatos ao parlamento estão de olhos em emendas. Não se fala em outra coisa. O que era para ser extinto, tornou-se o sonho de consumo dos candidatos.
Há município até contabilizando emenda como orçamento da cidade. O entendimento é de que o pragmatismo fala mais alto. Não há outra maneira de participar do bolo federal e estadual sem ter representantes nas casas legislativas.
Em Piracicaba, as entidades patronais foram diretas no alvo. Para ter garantia de emendas, o parlamentar tem que ser da casa. Então foi lançada a campanha “Escolha quem é de Piracicaba”.
Os analistas de plantão acreditam que pelo menos a Professora Bebel (PT) e Alex Madureira (PL) serão reeleitos para a Alesp (Assembleia Legislativa de São Paulo). No plano federal, a aposta é no ex-prefeito Barjas Negri (PSD).
Mas há vários outros candidatos da cidade concorrendo ao legislativo. Os nomes para federal são: Sérgio Pacheco (União Brasil), Paulo Campos (Solidariedade), Rai de Almeida (PT), Érica Gorga (PRD), Luiz Bená (Missão), Vanessa Botam (PL), Denis Andia (MDB) e Nancy Thame (PV).
Para estadual temos: Paulo Serra (Podemos), Josef Borges (PP), Wagnão (PSD), Renan Paes (PL), Olívia Fonseca (MDB), Paulo Camolesi (PSB) e André Bandeira (PSDB).
Há ainda nomes ao Senado, ao governo estadual e à presidência da República. É a eleição com mais nomes de candidatos para diversos níveis de representação. O que não faltam são candidatos. O rigor deve estar no critério de escolha.





