• Alguém tem alguma dúvida que o X (ex-twitter) ainda está bloqueado para que os eleitores não possam se manifestar durante a campanha eleitoral? Ou quer que eu desenhe? Tá bom, eu desenho:
Crédito: o próprio autor, sem inteligência artificial, ou mesmo natural.
• Ou melhor, o Xandão deixou o eleitor de mãos atadas. Não pode postar no X.
• Elão Musque, o Xandão marcou um “X” no seu coração, pra você nunca se esquecer, e cancelou o X. Que nem a Xuxa.
(Gente velha vai entender).
• E como diria o Tiozão Anos 80, “Se o teu coração tem buraquinhos”, como cantavam as Chiquititas, você deve ter problemas cardíacos sérios, vai consultar um cardiologista.
• Voltando às eleições: a principal ferramenta online de cancelamentos foi cancelada. Isso é Metalinguagem? Ou a Meta não tem nada a ver com isso?
• Justiça brasileira mandou: “Meta, não se meta com isso”. Meta não se meteu.
• O Whatsapp percebeu o sinal de Zap e não aceitou o truco.
O brasileiro, hoje, ouve “Brasil, mostra a sua cara” e corre pro Instagram postar selfie.
• Aerolula dando voltas e mais voltas, sem sair do lugar, porque avião está em pane, com perigo de explodir, durante horas voando em círculos para queimar todo o combustível e poder pousar em segurança, para o presidente e equipe poderem trocar de aeronave.
Parece um certo país que eu conheço.
• Tábata, sei que já não és mais pura.
Ou: engraçadinha, mas ordinária.
• Qual é a grande novidade do debate político deste ano?
Mais um significado para a expressão “dança das cadeiras”.
• Cadeiradas, brigas entre assessores, laudos toxicológicos de mentirinha e cantadas de galinho macho não vão prejudicar Marçal, longe disso: serão matéria para mais um treinamento de coach, logo após as eleições.
Breve, num anúncio do Instagram perto de você.
• Boa noite, Cid Moreira. Devia ter recebido adicional de insalubridade por ter que dar más notícias seis vezes por semana na televisão. Agora entendo porque ele descansava no domingo: era a voz de Deus. Até Deus descansou no domingo, misericórdia.
• Política brasileira tem solução? Tem: solução, soluço e solucinho. Não há susto, porém, que cure.
• Não há resposta que o eleitor, o cidadão, possa dar para mudar a política? A resposta-padrão é: “Sim, dar a resposta nas urnas”. É como se alguém quisesse ter um filho e saísse transando com uma pessoa diferente a cada dois anos. Só que com uma gravidez garantida a cada transa. E o filho resultante tivesse que ser cuidado só pela mãe. O pai vai comprar cigarro depois da urna.



