O Ministério Público foi certeiro na argumentação sobre o descaso da prefeitura e do Semae com o Rio Piracicaba, uma vez que as Estações de Tratamento Luiz de Queiroz 1 e 2 se tornaram fábricas de lodo, despejado diretamente no manancial, e há quatro anos não se fez nada para equacionar esse problema.
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