Com as notícias sobre o enrosco de Flávio Bolsonaro, depois que foi flagrado em love com Daniel Vorcaro, as eleições para presidente começaram a ficar mais interessantes.
Em primeiro lugar, porque tirou o candidato do PL do imobilismo e o colocou no ringue da disputa. A vida como ela é.
Em segundo lugar, porque o próprio PL começou a pensar em plano B em caso de sangria mais acentuada do seu candidato original, o que parece já estar ocorrendo.
Em terceiro lugar, porque abrem-se as portas para uma terceira via. Ou, como queiram, para os candidatos que esperavam por um barulho desse como oportunidade. São eles: Romeu Zema e Ronaldo Caiado.
Romeu Zema saiu na frente, apontando o dedo para Flávio e o acusando do crime. Isso conta pontos para o mineiro.
Mas Caiado tem saído nas fotos com Kassab, o que revela alguma intenção do cacique a seu favor.
As pesquisas ainda indicam ambos comendo poeira. Mesmo assim, sair do marasmo já é algo positivo para uma campanha que parecia morta.
Por outro lado, Lula, que sabe muito bem como se joga, pode se beneficiar imensamente dessa situação e criar um cenário favorável a ele que seja irreversível.
A direita, portanto, precisa saber jogar este jogo, tirando Flávio do páreo o quanto antes, para que a situação não piore ainda mais.
E que os candidatos ascendentes nas pesquisas sejam devidamente valorizados. Fala-se também em novos nomes, como Thereza Cristina, Michele Bolsonaro e no próprio Tarcísio de Freitas.
Joaquim Barbosa, que foi ministro do STF, parece que está animadinho para ocupar o lugar de Aldo Rebelo, do DC, ao qual parece ter se filiado.
O nome é forte e está ligado à moralidade, o que mais se espera de um presidente nos dias atuais. Foi do Joaquim Barbosa a frase sobre Lula: “Não aprende nunca”. Mas aprimora que é uma beleza. (esta frase é minha).
O movimento tem que ser rápido, para ontem. Mais ânimo no coração.




