Não há o que dizer
A gente brinca para não ficar mais chato que exposição de arte woke
Na pesquisa AtlasIntel/Bloomberg, divulgada hoje, Lula aparece 6,5 pontos à frente de Flávio Bolsonaro no primeiro turno. Lula só perde se ele confessar que participou do Mensalão ou entregar seu filho, Fábio, à Polícia Federal, no caso INSS.
De resto, o apedeuta segue triunfante para mais quatro anos de governo. A briga de Michelle com o 01 não foi computada na pesquisa, mas deve ter levado alguns pontos adicionais ao homem mais honesto do mundo.
O povo brasileiro se prepara para ver o fim político de Lula, em 2030, com fogos e artifícios para tentar apagar as mazelas do governo que virá. Muitos artifícios. As pessoas gostam de cenas de despedidas, mesmo que o convite para o show seja demasiadamente caro.
Enquanto isso, no lado de Flávio Bolsonaro, o machismo impera da forma mais tosca possível. Um alguém considerado do grupo duro do bolsonarismo fala uma idiotice contra as mulheres e isso repercute como se fosse um imperativo categórico.
É pura idiotice de Paulo Figueiredo e quem se pauta pelas suas palavras deveria fazer baliza novamente, porque não está mais apto sequer para dirigir o próprio Fusca. O cara é grosso e vulgar, mas vive ainda no mundo encantado dos irmãos Bolsonaro.
É esse o nível intelectual das eleições deste ano. Dois alvos fincados nos extremos das ideias bestas e o povo tentando derrubá-los com espingardas de ar de parque de diversão. Estão divididos em dois grupos: Um Quase e outro, Talvez. Nenhum sabe mais o que fazer com a fraca pressão das espingardas.
Quem regula a pressão? A falta de criatividade. É a dona do parque e a que leva mais vantagem em um cenário badalado pela decrepitude e a falta de noção. Epa, uma rolha caiu aqui no meu colo.





