O último a sair que apague a luz
Claro que o governo trabalha silenciosamente para ajudar no projeto em construção de um acordão
Sonhadores
Além de Lula, José Dirceu também apoia Jacques Wagner. Não era para ser diferente. Nasceram politicamente na mesma carraspana, em um período sonhador.
Che Guevara
Eles são do tempo em que Che Guevara era tido como um herói pela esquerda e não um assassino contumaz, como ficou comprovado.
Unimep
Aqui em Piracicaba, o ex-reitor da Unimep era da mesma escola: Elias Boaventura. Um bom homem, mas de uma mente perigosa.
Magistrados
O Ministério da Justiça e Segurança Pública pediu nesta semana a devolução de policiais federais cedidos ao Poder Judiciário para auxiliar magistrados.
Delegados
Segundo O Estado de S.Paulo, a medida foi vista por delegados da PF como uma forma do governo Lula de atrapalhar o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, responsável pelas investigações dos casos Master e INSS, as duas que mais preocupam o Palácio do Planalto neste ano eleitoral. (fonte: oantagonista).
Em surdina
Claro que o governo trabalha silenciosamente para ajudar no projeto em construção de um acordão para melar as investigações sobre o Banco Master.
Saque
Se o caso avança, o pré-candidato à reeleição, Lula, sim senhor, teria muito a perder. Lembrem-se do Lulinha e sua estranha mesada apontada pela PF, oriunda do saque ao INSS.
Indícios
Eliane Castanhêde escreveu um artigo no Estadão sobre os indícios de um possível acordão. A decisão de Gilmar Mendes de não votar a favor da continuidade da prisão do pai de Vorcaro e seu primo, por exemplo, é um deles.
Boi preto
O magistrado quer repetir a dose de sua estratégia bem-sucedida que destruiu a Lava-Jato. De criminoso o decano entende. Lembre-se, boi preto com boi preto.
Só figurão
É que tem muita gente poderosa envolvida em crimes proporcionados pelo Banco Master e seu suposto dono, Daniel Vorcaro: Alexandre de Moraes, Dias Tofolli, Hugo Motta, Ciro Nogueira, Lulinha, Jacques Wagner, quer mais?
No escuro
O Brasil está se tornando um ambiente triste para as pessoas honestas, que acreditam no próprio trabalho para prosperar. Teríamos que voltar ao velho bordão cantado em prosa e verso por Paulo Francis: “O último a sair, que apague a luz”.




