Primeira Hora: Pangaré
Fazer um filme fake com dinheiro roubado, é Brasil
Agora se dimensionam as perdas e danos políticos com a revelação da grana de Vorcaro (Banco Master) investida no “Dark Horse” de Jair Bolsonaro.
Fazer um filme de alguém que nasceu mamando no sistema já é uma vergonha. É certeza de superlativos fakes pelo caminho.
Fazer um filme fake com dinheiro roubado, é Brasil. No site O Antagonista há uma boa análise do jornalista Rodolfo Borges sobre o tema.
Ele observa que até o contrato de R$ 129 milhões com o escritório de advocacia da mulher do ministro Alexandre de Moraes, Viviane Barci, vira pó diante do que está se vendo com Flávio e seus R$ 134 milhões para o “Dark Horse”.
Porque ambos são empresas privadas, fazendo negócio como empresas privadas, e não tinham a obrigação e nem a preocupação de saber o que viria a se revelar sobre Daniel Vorcaro.
O problema dessa gente é o WhatsApp, que registrou detalhes dessas falcatruas.
Ou seja, um filme que custaria no máximo R$ 40 milhões, segundo Borges, ganha a dimensão de R$ 134 milhões e o banqueiro doa porque é bonzinho e gosta de incentivar a sétima arte.
Logo vão dizer que Vorcaro e Flávio já iam ao cinema juntos desde quando eram jovens.
Só que, ainda segundo a matéria de Borges, o deputado federal Mario Frias (PL-SP), roteirista e produtor do filme, disse que “não há um único centavo do sr. Daniel Vorcaro em Dark Horse”.
Isso que dá falar coisas sem combinar. Por outro lado, fala-se que Eduardo Bolsonaro vive como um rei nos EUA. Mas com que dinheiro? A PF está investigando.
Será que o “Dark Horse” tem cavalgadura potente para aguentar esse tranco? Enquanto isso, os pragmáticos do PL já pensam em outros nomes para substituir o Flávio.




