Primeira hora
Ontem, conversei com um médico que me contou sobre o cenário da saúde de Piracicaba neste outono
Depois da notícia de que o Irã voltou a fechar o Estreito de Ormuz, nesta quarta (8), os iranianos também voltaram à mira dos mísseis americanos.
Há controvérsias sobre o motivo da decisão do Irã de dificultar novamente a passagem de petroleiros pelo canal, mas predomina o argumento de que Israel teria desrespeitado o cessar-fogo, com ataques ao Líbano.
Para os EUA, Israel e Líbano travam uma guerra à parte e o alvo é o grupo terrorista Hezbollah, apoiado pelo Irã. Por isso, não haveria motivo para a preocupação iraniana.
O empenho do primeiro-ministro paquistanês para que Irã e EUA mantenham o equilíbrio é enorme. Mas o Irã sentiu a fragilidade americana depois do blefe de que “uma civilização seria destruída” e se aproveita para ampliar sua força.
Enquanto isso, as bolsas do mundo todo oscilam. No Brasil, nesta quarta, o Ibovespa ultrapassou 2 mil pontos, mesmo com a Petrobras derretendo cerca de 4 mil pontos. A Vale e os bancos seguraram o cenário positivo para os investidores.
Ontem, conversei com um médico que me contou sobre o cenário da saúde de Piracicaba neste outono. Ele me disse que 80% das pessoas que atendeu com gripe esta semana estavam também com diarreia. “Muita gente.”
“O Semae precisa caprichar no tratamento da nossa água, que está sendo atacada por vírus e bactérias”, disse, brincando.
Enquanto os iranianos aguardam mensagens sobre o fim de uma civilização vinda do céu e pedem proteção a Alá, Piracicaba, silenciosamente, está sendo atacada por baixo e busca socorro em um xarope ou antibiótico salvador.





