Escolha
A disputa eleitoral entre Dark Horse e Lulinha já deu no cosa. Há menos de um mês das eleições, o brasileiro vai escolher entre dois dramalhões baratos.
Cheiro
Se fosse no tempo de Figueiredo, ex-presidente da República que viu o Regime Militar agonizar em sua sala, o vencedor seria o cavalo, porque ele não suportava cheiro de povo.
Mágico
Para a esquerda e seus simpatizantes, nada de cinema. Eles querem a esperteza de Lulinha para fazer dinheiro no gabinete do seu pai. É o realismo mágico de um movimento que só acha certo o crime que lhe pertence.
Show
Mas nós não chegamos ainda na próxima semana, porque será um show à parte as decisões do STF sobre Alexandre de Moraes, aquele ministro que Lula nunca ouviu falar. “Quem é esse pilantra?”, vai dizer o apedeuta.
Estranho
Se Lula não disser, digo eu. Com uma diferença de milhões (R$) de distância que nos separam. Até seu filho é um ser estranho no ambiente em que Lula transita. Vai ver, ele já fez de Lulinha um ser que não existe.
Investigação
Então quer dizer que o ano eleitoral vai se reduzir a uma semana decisiva. Uma investigação para saber qual a cor do Dark Horse de Flávio Bolsonaro. E o enquadramento de Moraes.
Enquadrado
Se Moraes não for enquadrado, há o potencial de uma rebelião generalizada no país, nas urnas, claro, com desfecho imprevisível para Lula. Uma vez que a população vê o presidente como um agente oculto no destino da bandidagem nacional.
Impostor
Claro, há sempre a chance de se purificar um impostor pelo excesso de impostura. E o Brasil passará mais quatro anos lamentando a sorte. Vendendo o almoço para comer a janta. Mas em Brasília estará garantido o almoço grátis, já que lá ninguém paga nada mesmo.




