Sem olhos para ver
Há um plano elaborado pelo governo Trump em execução, desenhado em 2025
Pouca atenção
Leonardo Barreto, colunista da revista Crusoé, faz uma leitura responsa sobre o que está acontecendo entre o Brasil e os EUA. Mas que os analistas do governo Lula não dão a atenção adequada.
Doutrina Monroe
Há um plano elaborado pelo governo Trump em execução, desenhado em 2025, “quando a Casa Branca publicou suas diretrizes de segurança para o continente americano, chamado à época de “Corolário Trump à Doutrina Monroe“.
Sem diplomacia
Neste plano, fica evidente a guinada na política americana para os países do entorno, onde, evidentemente, se encontra o Brasil. O que é mais importante na doutrina: “...tomar decisões sobre outros países sem ter que percorrer a via diplomática”.
Pacote de medidas
Nessa perspectiva, segundo Barreto, fica mais fácil entender a classificação do PCC e CV como organização terrorista, o problema PIX, o protecionismo brasileiro para a economia americana, enfim.
Campo lulista
Todas essas questões, se o governo brasileiro estivesse mais atento, poderiam sim ser discutidas no plano diplomático, porque se tratam de medidas questionáveis, e não esperar ações intempestivas de Trump, observa o articulista.
China
O governo americano está atento ainda à influência chinesa na região, o que tem despertado algumas ações duras nesse sentido.
Eleições americanas
Barreto acredita também que esse cenário desenhado pelos EUA está relacionado às eleições americanas, com Rubio e o vice JD Vance sendo preparados para serem sucessores de Trump.
Ruído eleitoral
São medidas que podem perturbar tanto Lula como Flávio Bolsonaro, uma vez que ambos não estão preparados para o enfrentamento de questões dessa magnitude.
Tensão
No que vai dar isso tudo? Nem Barreto se arrisca a afirmar. Mas é possível dizer que o ano eleitoral será tenso, com essa mescla entre expectativas do eleitor brasileiro e medidas americanas para a região.




