Entenda. Lula precisa sempre de duas entrevistas. Uma para falar bobagens e outra para desmentir as bobagens que falou. É o tipo de entrevista em dois turnos.
Talvez seja a idade e a falta de filtros, aspectos de sua natureza provecta, que pode ter alertado os organizadores de sua campanha para que ele não fosse ao debate da Globo.
Lula também está com a voz no lusco-fusco. Não se sabe se é apenas cansaço, algum mal maior ou a somatória de todas essas variações octogenárias.
Mas, para arquitetar maldades, o velhinho está nos trinques e conta com uma assessoria qualificadíssima de ministros.
Mas não dá para fazer milagre. Lula acha que ir para a avenida Paulista em pleno sábado vai aliviar para Haddad. O ex-ministro do planejamento tem elevadíssima rejeição no interior do Estado. De nada adianta passear pela “capitar”.
E, por falar em interior, é do interior a maioria dos votos que deve assegurar o trabalho do governador Tarcísio de Freitas por mais quatro anos. A sorte de São Paulo é ser um escudo à insanidade nacional.
Finalizo com Flávio Dino. O ministro é um gênio da incultura nacional. Pelo tempo de política, se envolveu tanto com falcatruas e discussões obscuras que não sabe mais seguir um raciocínio lógico sequer. Lógico, para Dino é o que faz sentido para ele. Só para ele, lógico.
Quanto mais o ministro fala, mais entendemos sua semelhança com Lula. Eles poderiam até nos alegrar de alguma forma diferente, montando uma bandinha de “roqui”, e ter Gilmar Mendes e Alexandre de Moraes como convidados.
Vai aqui uma sugestão de nome: “The Apedeutas”.





