Um país chamado Brasil
Três Linhas: as peculiaridades nacionais são intransferíveis
Química
Lula está em movimento ascendente nas pesquisas. Será? Porque não dá ainda para identificar algo que possa ter elevado sua imagem. Será a química com Trump?
Afagos
Da reunião com o presidente americano, não saiu nadíssima de nada. Apenas afagos recíprocos. Em um cenário borocochô, com Flávio Bolsonaro morto, a química de Lula prevalece.
Sorriso
Enquanto Flávio joga parado, segundo a colunista do Estadão Roseann Kennedy, Lula aposta no sorriso. Parece eleição de Miss Brasil, com os dotes físicos contando mais.
Tradição
Lula concorre à Miss Terceira Idade. Esta é a sua vantagem. É WO, porque Caiado também está imobilizado. O brasileiro gosta de preservar a memória e a tradição. Tudo indica, tende a manter Lula no poder até o último momento. Para depois chorar a morte do companheiro.
Cultura
Todos os que votam em Lula pagariam para ele continuar viajando com a Janja e embolsando o seu. Está na cultura. É um cenário que começa a se confirmar novamente, por falta de concorrência.
Eleitor
Para que tirar de cena um velhinho gagá amigo? Corrupto, sem dúvida, mas que sabe se comportar diante das acusações e aprendeu a escapar das ameaças à sua imagem? O eleitor ri, porque Flávio ainda assusta mais.
Para foto
De uma prisão, Lula fez nova presidência. De governo esquálido, ele fez a química. Enquanto Flávio Bolsonaro permanece na mesma posição, para foto. De jacaré, Lula não tem nada.
Cara limpa
Lula conta com o apoio desavergonhado do STF, o partido político mais forte que o país já teve. Conta também com as figuras coroadas do Congresso. Claro que nada é na cara limpa.
Apenas os seus
Lula garante a malandragem da política nacional, coisa que Flávio ainda não aprendeu. O Bolsonaro filho ainda é muito duro e protege apenas os seus. Não se adaptou ainda à malemolência da cultura nacional, que é corrupção para todos.
Sabor
Comecem a comprar lenços para chorar Lula. O angu chamado Brasil será sempre o mesmo, sabor bem nosso. Não nasceu para ser grande. Nasceu para ser dandão.
Fatalidade
É um ciclo que se fecha desde a redemocratização, de Tancredo a Lula. Fatalidade!





