Uma bitoca em McLuhan
Mas eu fico mesmo pensando em Trump. Ele parece de fato o Cérebro, da dupla do desenho animado Pinky e Cérebro, que fez muito sucesso nos anos 1990
De mercado Trump entende, ou parece entender. Ele inventou que precisava da Groenlândia para que os EUA se tornassem grandes novamente. O mundo dos negócios tremeu com a aventura perigosa do impetuoso em confusão. As bolsas ficaram espertas e com medo de que algo absurdo pudesse acontecer com a Europa e, consequentemente, com o ocidente. Trágico.
Assim que o presidente dos EUA se manifestou oficialmente a respeito, dizendo que não era bem assim e coisa e tal, o cenário político global deu uma acalmada e as bolsas dispararam. O Ibovespa foi como um rojão para cima. Cerca de 6% de aumento em dois dias. O mundo econômico sorriu, para Trump.
Agora ele fala que vai derrubar o chefe e a camarilha do ditador de Cuba. Os analistas socioeconômicos entendem que uma ação dessa natureza fere as regras internacionais, mas se for feito com o cuidado da ação na Venezuela e der dinheiro, não fere tanto. O mesmo de sempre. E por aí vai. Um sopro derruba o ditador de Cuba, mas não fale isso para Miguel Díaz-Canel, o diabo loiro.
Porque Cuba não é um país, mas uma fazenda-modelo, daquelas que muitos artistas brasileiros amam e até já escreveram livro a respeito. Mas não querem morar lá. Por que será? Eles sabem ganhar dinheiro com essas ideias tortas.
Mas eu fico mesmo pensando em Trump. Ele parece de fato o Cérebro, da dupla do desenho animado Pinky e Cérebro, que fez muito sucesso nos anos 1990. “O que vamos fazer hoje, Cérebro?”, perguntava o primeiro. “Vamos dominar o mundo!”, respondia o megalomaníaco. Suponho que Marco Rubio seria o Pinky. Pelo menos ele expressa devoção ao seu chefe, “o homem mais inteligente do mundo”. Todo dia de manhã, eles se encontram no Salão Oval da Casa Branca e repetem a mesma cena.
Deve ser uma diversão danada. Os europeus ficam bravos, porque eles perderam o senso de humor e o senso de força. Representam atualmente o que há de mais insípido no mundo da política. Os brasileiros ficam divididos. Há a galera que vê genialidade nisso tudo e há a galera que considera uma intervenção descabida que ofende a soberania dos países. Lula beija e assopra. Se der química, uma bitoca.
De mercado Trump entende, ou parece entender. Ele inventou que precisava da Groenlândia para que os EUA se tornassem grandes novamente. O mundo dos negócios tremeu com a aventura perigosa do impetuoso em confusão. As bolsas ficaram espertas e com medo de que algo absurdo pudesse acontecer com a Europa e, consequentemente, com o ocidente. Trágicos.
Assim que o presidente dos EUA se manifestou oficialmente a respeito, dizendo que não era bem assim e coisa e tal, o cenário político global deu uma acalmada e as bolsas dispararam. O Ibovespa foi como um rojão para cima. Cerca de 6% de aumento em dois dias. O mundo econômico sorriu, para Trump.
Agora ele fala que vai derrubar o chefe e a camarilha do ditador de Cuba. Os analistas socioeconômicos entendem que uma ação dessa natureza fere a regra internacional, mas se for feito com cuidado da ação na Venezuela e der dinheiro, não fere tanto. O mesmo de sempre. E por aí vai. Um sopro derruba o ditador de Cuba, mas não fale isso para Miguel Díaz-Canel, o diabo loiro.
Porque Cuba não é um país, mas uma fazenda-modelo, daquelas que muitos artistas amam e até já escreveram livro a respeito. Mas não querem morar lá. Por que será? Eles sabem ganhar dinheiro com essas ideias tortas.
Mas eu fico mesmo pensando em Trump. Ele parece de fato o Cérebro, da dupla do desenho animado Pinky e Cérebro, que fez muito sucesso nos anos 1990. “O que vamos fazer hoje, Cérebro?”, perguntava o primeiro. “Vamos dominar o mundo!”, respondia o megalomaníaco. Suponho que Marco Rubio seria o Pinky. Pelo menos ele expressa devoção ao seu chefe, “o homem mais inteligente do mundo”. Todo dia de manhã, eles se encontram no Salão Oval da Casa Branca e repetem a mesma cena.
Deve ser uma diversão danada. Os europeus ficam bravos, porque eles perderam o senso de humor e o senso de força. Representam atualmente o que há de mais insípido no mundo da política. Os brasileiros ficam divididos. Há a galera que vê genialidade nisso tudo e há a galera que considera uma intervenção descabida que ofende a soberania dos países. Lula beija e assopra. Se der química, uma bitoca. Se não der, um Celso Amorim na testa. Dos dois jeitos, a falta de senso de ridículo está presente na postura apedêutica.
Vamos ver o que o Cérebro está pensando para amanhã. Tomara que ele tenha a brilhante ideia de ficar calado. Mas essa não é uma especialidade da casa. Qualquer bobagem ele vai fazer, mesmo que seja só para agradar a Putin e espantar os ingleses. Além, obviamente, de se manter na crista da onda como o maldosão favorito da aldeia global. Uma bitoca em McLuhan.




