Em seu discurso na Assembleia Geral da ONU, ontem (22), Lula resolveu os problemas do mundo, transformou o Brasil em exemplo de democracia e ainda explicou ao eleitor o que estará em jogo no dia 4 de outubro.
Segundo a lógica apresentada pelo presidente, a escolha será entre democracia e negacionismo. Como a democracia, naturalmente, está representada por ele próprio, quem não votar em Lula estará votando contra a vontade popular — ainda que essa seja a vontade manifestada nas urnas.
No vídeo, Romualdo da Cruz Filho comenta o discurso presidencial, a defesa da soberania e a curiosa concepção de democracia apresentada na ONU.
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