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Editorial
De vez em quando somos convocados para falar sobre temas chatos. E fazemos o possível para que se transformem em algo que possa ser lido sem aborrecimento. Nem sempre conseguimos, porque certos assuntos são chatos e ponto final.
Política, corrupção, STF. ARG!
Recordar as crônicas que publicamos na velha Revista Viletim é uma graça. A nostalgia bate em cheio e os olhos umedecem. Fazer o quê? Somos todos filhos do Zé do Aio. Ou temos histórias parecidas em família. É só escafunchar um pouco a memória e elas aparecem.
Assim fechamos mais esta edição, na certeza de que, ao menos, algo acontece por aqui. Nem sempre com a grandeza esperada. Mas sempre com a fé de que se torne coisa grande. Sigamos!
Capa da revista “Viletim” número 10, na versão impressa, publicada em fevereiro de 2002. A crônica da cachorra do Zé do Aio, que faz parte desta edição da Revista de Domingo, foi publicada originalmente naquela edição impressa.
CONFIRA NESTA EDIÇÃO:
Um juízo final
Lula pensa que acreditar em Deus é um exercício retórico, quiçá lógico. Digo, “quiçá lógico”, porque Lula sabe o que é lógica, apenas não a usa. Prefere brincar permanentemente com a linguagem falastrona, que ele chama de narrativas.
A cachorra do Zé do Aio
Fiquei surpreso com o número de pessoas que me elogiaram pela crônica que escrevi na edição anterior da Revista Viletim sobre a história do cachorro Marquinho [na próxima Revista de Domingo trago esse texto]. O mais interessante é que os meus leitores (olha que chique, Zé Elias!), pelo menos quanto a esse texto, foram desde pes…
Para quê diploma de jornalismo?
A exigência do diploma de jornalista para exercer a profissão voltou à pauta. O caso do Maranhão acabou por mexer em uma questão que estava apaziguada. Sou a favor do curso de jornalismo para formar bem os profissionais que atuam na área. Sou a favor de que eles sejam diplomados para poderem comprovar a passag…
De mal com o otimismo
O eleitor sabe que está na lona, diminuído ao extremo. Seu voto vai ser de misericórdia para consigo mesmo. Uma escolha entre atravessar um deserto sem equipamentos adequados ou ser o próprio calango desbravador de cenários arenosos.









