Revista de Domingo, número 10
24 de maio de 2026: confira o que preparamos para você nesta revista
Após o editorial, confira o índice com os links para acessar diretamente as matérias.
EDITORIAL
Revista não é
Tese de Doutorado Tabajara
Textos de revista não são artigos científicos. São opiniões, simplesmente. Funcionam melhor como iscas para potencializar debates sobre os temas tratados.
Na Revista de Domingo não é diferente. Aqui, política, cultura, filosofia são, por excelência, temas polêmicos e carregados de provocação.
Quem quer ler para se aborrecer ou ter a certeza, como diria o pessoal do Casseta & Planeta, vai ler Carta Capital.
É evidente que o leitor busca textos honestos, verossímeis, no mínimo. É o que se tenta na Revista de Domingo. Mas, no campo da opinião, há sempre a margem para dúvidas e questionamento, o que é sempre válido.
Nesta edição temos novamente um misto de textos sobre diversos temas, que apontam tendências ou especulações sobre o futuro próximo. “Dos erros maiores ao menor”. Boa leitura!
Antes do índice com todos os artigos do número 10 da Revista de Domingo, curtam a canção de Sá, Rodrix e Guarabyra, “Desenhos no Jornal”, que fala de torres de cento e trinta andares de “um futuro que eu não sei se haverá”. Um futuro, entre outros possíveis ou prováveis, dos quais falam os artigos desta edição, de uma forma ou de outra.
ÍNDICE: CONFIRA NESTA EDIÇÃO
Rosarinho, uma obra que encanta como o salto do Rio Piracicaba
O mais recente livro da historiadora piracicabana Marly Therezinha Germano Perecin, o romance Rosarinho (Fox Tablet - 2023), é uma obra de arte, cuja leitura, para um piracicabano que conhece algo da cultura regional, é mais do que um deleite. É o reencontro com um passado recente de forma viva e expressiva, que revela a Piracicaba do final do século XI…
Ruptura
No plano da polêmica, religião e ciência sempre se confrontaram, como se fossem confrontáveis. De uma maneira um tanto quanto infantil, os criacionistas e os evolucionistas de hoje estabelecem formas de embates entre si que se assemelha muito aos extremos políticos no Brasil.
Retrato que marca o tempo
A campanha eleitoral deste ano parece definida. Pela dificuldade de prevermos o que possa acontecer ainda nos palanques até outubro, o que se nos apresenta no momento é uma imagem congelada, que demonstra um repeteco, com a reeleição de Lula, um presidente que faz campanha com a máquina pública e onde quer que esteja desde que chegou ao poder.








