Revista de Domingo, número 17
12 de julho de 2026: confira os textos que preparamos para você
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Editorial
Até na chatice há alguma coisa a ser experimentada
Uma seleção como nenhuma outra, a França chega à semifinal da Copa do Mundo com cara e jeito de campeã. Só falta ser campeã. Os craques do “Les Bleus” jogam com um estilo encantador e prometem muito. Nem precisa detalhar os motivos de tanta empolgação, basta sintetizar a equipe em alguns nomes: Mbappé, Dembélé, Olise... Não tem para ninguém. Só mudamos de ideia se ela perder.
E, por falar em política, alguém viu o Valdemar Costa Neto por aí? A fama do presidente do PL foi para os cornos da lua depois dessa história de desvio de emendas. É bom que se saiba que há controvérsias sobre o assunto, uma vez que a fonte da notícia é Flávio Dino, um juiz isentíssimo que faz campanha para Lula direto do STF.
Mas o Brasil tem jeito, quem não tem jeito é Brasília, ou melhor, os Três Poderes de Brasília, que precisam ser desinfestados, tantos são os ratos que consomem o fígado da nação. Lembra muito a crônica “Seminário dos Ratos”, de Lygia Fagundes Telles. Esta edição traz vários textos sobre o assunto.
Mas, para não ser estafante, há sempre os textos de Fábio San Juan, que quebram a espinha do leitor com suavidade, beleza e muita informação sobre arte e cultura. A Revista de Domingo é isso, um conjunto de textos que visam ser agradáveis. Muitas vezes são chatos mesmo, mas de propósito. Até na chatice há alguma coisa a ser experimentada. Leia.
CONFIRA NESTA EDIÇÃO:
Uma análise dos conflitos globais
Em coletiva de imprensa, o Comandante-em-Chefe das Forças Armadas da Ucrânia, Oleksandr Syrskyi, garantiu esta semana que a Ucrânia vem realizando um trabalho sofisticado de combate às armas russas e destruição do exército inimigo. Com isso, a estratégia de invasão do território ucraniano pelos soldados de Putin reduziu acentuadamente.
Porque não gosto da obra de Romero Britto
Recebi consulta da diretora de uma escola particular, que me perguntou o que eu achava da obra de Romero Britto.
França e a sua incrível seleção
Kanté, Mbappé, Dembélé, Doué... É a incrível seleção do “E”, que esmagou Marrocos no último jogo. É a seleção mais cotada para ser a campeã da Copa do Mundo 2026.
Parte 01 de: Arte não é o que “eu e você” chamamos arte
A validação de artistas e obras nunca foi feita unicamente por consensos - atenção para o advérbio: unicamente.
Parte 02 de: Arte não é o que “eu e você” chamamos arte
O nominalismo não morreu na Idade Média, ele é a própria Modernidade
Parte 03 de: Arte não é o que “eu e você” chamamos arte
III. Neste artigo, afirmo que Arte NÃO é o que eu e você chamamos de Arte. E que aqueles que afirmam que qualquer coisa – ideias, imagens ou objetos – podem ser chamados de arte, sem critério algum para delimitar um campo específico de experiências chamado “Arte” - são relativistas, acreditam que basta mudar o nome de um conceito para mudar a verdade – o…
Somos vítimas de pessoas ordinárias e até mais
Há eleitores que acreditam que ser de esquerda é ser mais humanista; há os que acreditam que o humanismo de esquerda é só para enganar trouxa.
Como pensar diferente?
Corrupção é a palavra de ordem. Algo que nos parece familiar, mas ainda assim é difícil saber o que leva um político a se corromper e a fazer parte de esquemas agressivos de corrupção












