Revista de Domingo, número 14
21 de junho de 2026: confira os textos que preparamos para você
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Mario Thomazi. “Carnaval do Sesquicentenário de Piracicaba”, 1917. PIntura a óleo. Coleção particular.
Sobre o romance “Piracicaba”, e seu autor David Antunes
Capa da segunda edição em livro de “Piracicaba”, de David Antunes, de 1959, com ilustração de Angelino Stella, e publicada pelo Departamento Municipal de Cultura da cidade.
Piracicaba e James Joyce, parte 02
Vejamos como podemos comparar a escrita de James Joyce e o romance “Piracicaba”, de David Antunes, se é que podemos. Pois pode parecer muito injusto comparar um autor reconhecido mundialmente, reformador não da religião católica, mas um Lutero da literatura mod…
Piracicaba e James Joyce, parte 01
À esquerda: foto do escritor irlandês e dublinense James Joyce, tirada por volta de 1930, em Zurique, Suiça. À direita: foto de 1949, publicada no jornal “A Manhã”, do escritor brasileiro David Antunes, nascido em Santa Branca/SP, , autor de romances e novelas como “Bagunça”, “Briguela”, “Incenso e pólvora”, e o mais citado de todos, “Piracicaba”, ao me…
O romantismo e a dor dos homens
Thomas Mann é um escritor incomparável. O que ele coloca no papel tem nobreza. É sofisticação estilística e profundidade. O alemão não apenas domina o que escreve, como sabe desenvolver seus ensaios para que o leitor mergulhe com ele em um oceano de ideias e beleza.
Dois nomes fundamentais para a cultura piracicabana atual
Há dois grandes talentos literários em Piracicaba que não podem ser esquecidos nunca. Ambos vivos e atuantes. Escrevem como gente grande. É assim que se dizia antigamente. Além de terem o potencial de conectar Piracicaba com o mundo em suas produções.
Uma análise só para encher o saco
“A solução é alugar o Brasil”. Se o Rauzito não entendia muito bem de política, ao menos esta frase sintetiza profundamente seu desencanto com o país e seus políticos. Não sei se o melhor seria alugar, porque não sei se haveria interessados.
Para esculachar
Que o Brasil jogou melhor contra o Haiti em relação à primeira partida, contra Marrocos, parece não haver dúvidas. No entanto, foi um jogo de um tempo apenas. No segundo, o time parecia sem a mesma dinâmica que no primeiro.











